quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Monumento ao Duque de Caxias

Trago hoje algumas imagens de um monumento pouco conhecido dos paulistas, talvez por sua localização em uma área que até pouco tempo estava bastante degradada, mas que atualmente é local de diversas ações de cidadania e muito bem policiada.

Em 1939 por iniciativa do General Maurício José Cardoso iniciou-se a arrecadação de fundos entre a comunidade paulista para se erguer um monumento em homenagem ao maior militar brasileiro. Um concurso então foi promovido em 1941 para a escolha do projeto da obra, e o vencedor foi o célebre escultor italiano Victor Brecheret (1894-1955), que também assinou o Monumento às Bandeiras.

Os painéis em granito na base do monumento trazem os episódios da Pacificação (Caxias falando ao povo de Bagé), Reconhecimento de Humaitá (junto com seus três generais), Batalha de Itororó (com a espada desembainhada pronuncia a célebre frase: “Sigam-me os que forem brasileiros”) e Enterro de Caxias (sem pompas e honras, seguindo seu pedido). O monumento seria instalado no Largo do Paissandú , local de preferência de Brecheret, porém a obra foi transferida para a Praça Princesa Isabel e inaugurada em 25 de agosto de 1960, data do aniversário do homenageado e que passou a ser o Dia do Soldado.

No dia 15 de agosto de 1991, o monumento foi danificado pela explosão de uma bomba. Parte do painel da Batalha de Itororó foi atingido. A ação teria sido executada por um soldado, em protesto contra os baixos soldos dos militares. O Exército manifestou sua indignação e considerou a explosão como um ato de vandalismo, que resultou em prejuízo ao patrimônio público. Posteriormente o monumento foi recuperado.

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